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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Luiza, estudante universitária e da Juventude do PSTU, fala sobre as lutas no Brasil

Luiza, estudante universitária e da Juventude do PSTU, fala sobre as lutas no Brasil e no Mundo:
"Em primeiro lugar, gostaria de agradecer àqueles que declararam sua solidariedade e àqueles que defenderam conosco nossa coluna. Mas queria relatar como este movimento começou. Ele é, também, fruto das lutas que explodiram no mundo árabe e na Europa. Ele reflete o sentimento geral de indignação com as mazelas do capitalismo, que corroem os direitos básicos do povo e da juventude.

É um sentimento meio confuso, meio difuso, mas é muito progressivo, que se organizou a partir das lutas contra os aumentos, ocorridas em várias cidades e estados e organizados desde o final de 2012, quando os Fóruns de Luta pelo Passe-livre promoveram vários pequenos atos pelo país. Este setor indignado se fortaleceu ao solidarizar-se com outras lutas, como a Aldeia Maracanã, os Megaeventos etc. O Fórum se organiza no método classista, coletivo e baseado na democracia operária, não esta democracia falaciosa da burguesia, onde temos o direito de votar uma vez a cada dois anos, mas a democracia real, que devemos sempre reivindicar.

Isto é muito importante, porque existem setores, no Rio de Janeiro, São Paulo e no resto do país, que defendem métodos individualistas e difusos de organização, sem dar importância ao coletivo e que tentam dirigir este processo, acabando por afastar o classismo. Para nós, ao contrário, a entrada da classe trabalhadora em cena é fundamental para fazer o movimento avançar em suas pautas, para além da luta específica contra os aumentos.

Na Espanha estes setores ganharam muita expressão, mas o que fortaleceu de fato a luta espanhola e colocou em xeque o governo foi a entrada em cena dos mineiros das Astúrias e seus métodos de luta, como a greve e a identificação precisa de seu inimigo, o governo. Este exemplo mostra a importância da classe trabalhadora, na medida em que o PT, que hoje governa o país e antes dirigiu a classe trabalhadora, a traiu. É preciso romper e lutar contra este governo. Para isso tudo, é fundamental também que a juventude entenda a importância de sua tarefa, que se dê esta tarefa, e portanto, nós chamamos a juventude que não está organizada em nosso partido a estar com a gente."
FONTE 
Pstu Rio

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