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sábado, 8 de junho de 2013

puan guerra a luta que segui

Filho de agricultores, puan guerra nasceu em paulista, PE em 1985. Desde muito jovem iniciou a sua militância, motivada, segundo ela, pela própria experiência de vida. Puan guerra acha que faltam incentivos para que o jovem permaneça no campo. “É preciso aumentar os investimentos na produção, com a oferta de valores que garantam ao jovem iniciar e levar adiante o seu negócio”. Ela ressalta, ainda, que ao marcara presença no congresso,campesino para fazem uma “provocação” ao governo, por intermédio da (MST), para que essas dificuldades sejam superadas.



O governo federal prioriza o atendimento dos interesses do agronegócio, que ameaça a vida dos camponeses, indígenas, quilombolas e povos tradicionais. A omissão diante da morte dos indígenas em luta revela a falta de sensibilidade das autoridades.


O agronegócio, enquanto modelo dominante de organização da agricultura e do meio rural no Brasil, é sustentado na aliança dos fazendeiros capitalistas com empresas transnacionais, que avançam para controlar as nossas terras e a produção agropecuária.
Vamos intensificar as nossas mobilizações e realizar atividades por todo o país, em solidariedade aos povos indígenas em luta e, dessa forma, pavimentar na prática a unidade das forças progressistas em torno de um novo modelo de organização da agricultura e por mudanças estruturais no Brasil.

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